Em pleno preparativos sobre sucessão 2022, como acontece em Brasília e diversos estados, no ano que vem, Mato Grosso ainda não tem candidaturas pré-construídas, pelo menos de maior domínio público. Não se fala, por exemplo, se Mauro Mendes vai à luta para tentar mais quatro anos no Paiaguás, se Emanuel fica onde está ou trabalha para avançar no jogo e nem mesmo se vê o surgimento de novas vias. O PT, que poderia se assanhar com a possibilidade de Lula entrar no tabuleiro, anda arisco e calado, há fumaça tênue de que pode, entretanto, compor chapa unindo a chamada esquerda – radicais e moderados juntinhos.
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